Você sabe qual o prazo de troca de produtos estipulado em lei?

Tratando-se de um item com defeito, o CDC estabelece que o vício seja sanado em até 30 dias. Passado o prazo, o consumidor pode escolher, entre outras alternativas, pela troca do produto
Atualizado em novembro/2015
 

Quando o assunto é a troca de produtos, muitas dúvidas podem surgir, principalmente com relação ao prazo da substituição do item. Mas ao contrário do que muita gente pode pensar, não é em qualquer caso que o consumidor pode exigir a trocar de um produto. Esse direito é assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) apenas em compras realizadas fora do estabelecimento comercial ou então  quando há um defeito.
 
De acordo com o artigo 18 do CDC, a partir da reclamação de um item com falha, o fornecedor terá 30 dias para sanar o problema apresentado. Se o prazo passar e nada tiver sido acordado, o consumidor pode, então, escolher à sua escolha entre: a substituição do produto por outro em perfeitas condições de uso; a restituição imediata da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço.
 
Para evitar comprar gato por lebre, a dica é sempre testar o que está sendo adquirido. Em épocas de liquidação os produtos são manipulados por diversos vendedores e consumidores, o que pode causar alguns danos ao item. Fique atento.
 
Se constatado o defeito, é preciso comunicá-lo ao fornecedor, que pode ser tanto o fabricante como o comerciante. O CDC entende que ambos são responsáveis pelo problema, embora não seja difícil encontrar lojas que tentam se eximir da responsabilidade, empurrando para que o consumidor busque o fabricante ou a assistência técnica.
 
O entendimento da Justiça, porém, diz que, caso haja assistência técnica no município, o consumidor deve procurá-la ao invés da loja. O Idec, entrentnto, não concorda com o posicionamento, que acaba limitando o direito de escolha do consumidor. 
 

 
As exigências previstas no artigo 18, entretanto, podem ser feitas antes dos 30 dias se a substituição das partes com defeito puder comprometer as características do produto, diminuir-lhe o valor, ou ainda quando se tratar de um “produto essencial”, como geladeira e fogão. 
Nesse caso, assim que constatado o defeito, o consumidor pode solicitar a troca ou a devolução imediata da quantia paga.

 
 
É preciso diferenciar ainda os dois tipos de defeitos, o aparente e o oculto, além dos dois tipos de produto, os duráveis e os não duráveis. O chamado aparente é o produto em que o defeito pode ser constatado facilmente, como a superfície riscada do freezer. O oculto é o defeito que não se consegue constatar de imediato e que surge repentinamente, com a utilização do produto, como um problema no motor. Quanto aos produtos, os duráveis são aqueles que deveriam ter vida útil razoavelmente longa, tais como os aparelhos eletrônicos, enquanto os não duráveis são aqueles consumidos em prazos curtos, como os alimentos.
 
De acordo com o artigo 26 do CDC, quando o defeito é aparente, o prazo para reclamação é de 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis, contados a partir da data da compra. Se o problema for oculto, os prazos são os mesmos, mas começam a valer no momento em que o defeito é detectado pelo consumidor. Além disso, de acordo com o artigo 18 do CDC, no caso de o produto ter defeito, o consumidor pode reclamar tanto ao fabricante quanto à loja onde comprou a mercadoria. 

 
 
No caso de compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como as compras virtuais, como o consumidor não pode avaliar o produto em mãos, o CDC garante o direito de arrependimento pela compra. Com ele, o consumidor tem sete dias, a contar da data de entrega, para avaliar se o produto recebido atende às expectativas prometidas pelo site de compras ou pelo catálogo. Basta que o consumidor não tenha utilizado o produto. Nesse prazo ele pode desistir da compra e receber seu dinheiro de volta, sem que tenha que arcar com qualquer custo.



Fonte: http://www.idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/voce-sabe-qual-o-prazo-de-troca-de-produtos-estipulado-em-lei

4 estratégias para aumentar as vendas e crescer mesmo durante a crise

A crise se tornou o assunto principal do momento e isso afeta muitos empreendedores que estão vendo seu negócio com dificuldades. Mas é possível vender mais e crescer, mesmo durante a crise.


Nos últimos meses, o assunto "crise" tomou conta dos noticiários, das conversas e da mente das pessoas. Tanto do empregado como do empregador, do consumidor e do empreendedor. Infelizmente, esse assunto se tornou um vírus que contamina grande parte da população brasileira. Ninguém pode vê-lo, mas os sintomas de uma infecção estão por toda a parte.
Vejo que muitos empreendedores já estão contaminados e apresentam sintomas gravíssimos como o vitimismo e o desespero. Não conseguem vender como antes e ficam desesperados imaginando o que está por vir. 
Mas, por incrível que pareça, existem pessoas que continuam vendendo muito bem ou até aumentaram as suas vendas e fizeram o negócio crescer...mesmo durante a crise.
Isso gera uma pergunta. Afinal de contas, a crise existe ou não? Se ela é verdadeira, existe um meio de se escapar dela e manter os negócios a todo vapor? Por que muitas empresas estão descendo ladeira abaixo enquanto outras estão crescendo e expandido seus negócios?

O que a crise determina?

Sim, a crise existe. Ela é real e afeta todas as empresas do país. Afeta as empresas porque afeta o consumidor. Mas não é a crise que determina o resultado de cada empresa. Ela tem, porém, o poder de influenciar dois fatores vitais em qualquer negócio. A mente do empreendedor e a mudança de estratégias. 
Henry Ford disse: “Se você pensa que pode, ou que não pode, você está certo”.
Podemos nem perceber, mas a nossa mente tem poder de mudar muitas coisas. Não por ser algo mágico ou sobrenatural, mas porque nós agimos de acordo com o que pensamos. 
Muitas pessoas estão tão envolvidas com a crise que acabam por pensar que são vítimas dela e que, até que ela passe nada de bom vai acontecer. Com isso, entram em desespero e revolta com o aumento dos preços, dos impostos e diminuição das vendas. Os donos de negócio cortam todo tipo de custo e investimento possíveis visando manter o lucro ou apenas tentando manter o negócio até que a crise passe.
Por outro lado, muitos empreendedores compreendem o momento de crise atual e procuram novas estratégias para alcançar crescimento mesmo durante um período tão ruim. A diferença desses empreendedores é que eles entendem que realmente os preços e os impostos subiram e as vendas diminuíram, mas sabem que na verdade é preciso usar novos meios de se chegar ao consumidor, de atrair mais clientes.
A crise é real, ela existe e irá abalar todo e qualquer negócio que não mudar seu modo de ver o mercado ou não buscar novas estratégias e novas oportunidades para captação de clientes.
Não deixe a crise determinar os seus resultados, deixe que suas ações façam isso.
Você tem três opções: deixar-se contaminar com o pessimismo atual, se desesperar e quebrar. Assumir uma posição de defesa, cortar investimentos e, talvez, sobreviver à crise. Ou você pode olhar para as oportunidades que surgem durante qualquer crise e fazer sua empresa crescer.
Não estou querendo dizer que sua empresa não deve fazer ajustes ou cortes, mas deve saber fazer isso de forma planejada para poder investir naquilo que realmente fará o negócio crescer. E fazendo isso, quando a crise passar (sim, elas passam) o seu negócio vai em um nível muito maior do que o dos seus concorrentes. Isso vai te trazer diferencial e vantagem no seu mercado.


Novos tempos, novas estratégias

Abaixo vou mostrar algumas das estratégias que sua empresa pode utilizar para aumentar as vendas e crescer nesse cenário de crise. Na verdade, são estratégias antigas com uma roupagem nova, adaptadas ao mundo e situação atuais.
Aplique essas estratégias associadas a um pensamento de querer vencer e superar a crise com excelência e seu negócio irá crescer e se destacar no meio de tanta concorrência.
Essas são as estratégias que devem ser estudadas e aplicadas todos os dias:
  1. Invista em conhecer seu público como ninguém
  2. Construa a sua autoridade
  3. Crie ofertas atraentes
  4. Invista em qualidade para fidelização de clientes

1 - Invista em conhecer seu público como ninguém

O problema de muitos empreendedores que estão tendo dificuldades na área de vendas é que acham que o seu público- alvo não muda nunca. Eles fizeram uma pesquisa para saber como era o público no início do negócio e depois nunca mais reviram isso.
O mundo muda e junto com ele as pessoas. E, principalmente na crise as pessoas mudam. Elas ficam mais receosas de comprar e procuram rever suas prioridades na hora de gastar seu dinheiro. Mas isso não quer dizer que não compram mais. Isso quer dizer que pra sua empresa vender será necessário um esforço muito maior do que o de costume. Porém, esse trabalho pode ser facilitado se você conhecer muito bem as pessoas que compram de você.
Esse pensamento leva as empresas a tentar vender pra todo mundo. Acham que quanto mais gente, melhor.
Não faça isso! Isso é jogar dinheiro no lixo e é o motivo de muitos anúncios não gerarem resultados.
A grande questão é que as empresas definem seu público-alvo de forma muito genérica e superficial. Só determinam elementos como sexo, idade, região...
O que precisa ser feito é um detalhamento do seu público pra que você possa criar uma mensagem altamente impactante pra eles de forma que eles não consigam ignorar sua mensagem e se sintam fortemente atraídos por ela.
Para definir bem seu público-alvo, imagine um cliente ideal para o seu negócio. Se quiser pode até dar um nome pra ele. A partir daí, responda às seguintes perguntas:
  • Qual é o sexo e idade dele?
  • Aonde ele mora?
  • Do que ele tem medo?
  • O que deixa ele com raiva?
  • O que deixa ele feliz?
  • O que ele secretamente deseja?
  • Qual problema ele precisa resolver?
  • O que ele perde caso não tenha seu produto ou serviço?

Se sua empresa vende vários tipos de produtos crie um cliente ideal para cada produto.
Pode parecer abstrato demais mas é sabendo e usando essas informações que sua empresa poderá construir uma mensagem que terá o poder de atrair as pessoas certas e gerar mais vendas.



2 - Construa a sua autoridade

Após conhecer o seu público profundamente, é hora de construir a sua autoridade na sua área de atuação. A sua empresa precisa ser referência para as pessoas que consomem o seu tipo de produto ou serviço.
Nós seguimos as recomendações do médico porque acreditamos que ele sabe sobre o assunto de saúde que precisamos resolver. Da mesma maneira a sua empresa deve ser uma referência para as pessoas que procuram sobre o que ela vende.
E, hoje em dia, não há maneira melhor de se fazer isso do que através de conteúdos na internet tirando dúvidas e solucionando problemas das pessoas.
Faça um levantamento de mais ou menos 20 dúvidas ou problemas mais importantes que seu público tem e produza muito conteúdo gratuito através de vídeos, artigos, PDF's, respondendo ou solucionando esses problemas e dúvidas e divulgue no Facebook, Youtube e várias outras redes e mídias sociais.
O objetivo desses conteúdos é ajudar o seu público eliminando as dúvidas que ele tem na área em que a sua empresa atua ou dúvidas a respeito de seus produtos, e com isso, ir preparando as pessoas para uma futura oferta que sua empresa fará.
A sua empresa precisa focar em engajar o seu público-alvo através de conteúdo relevante. O engajamento, ou relacionamento, é a chave para aumentar as vendas. Quanto melhor for o seu engajamento com o seu público, melhor será o resultado na hora da oferta de seu produto ou serviço.
De nada adianta você conseguir atrair pessoas se não consegue se relacionar com elas, construir uma relação de engajamento em que elas conversem com você, aprendam com você e passem a admirar sua empresa.
As pessoas têm que passar a ter na mente delas que a sua empresa é uma referência naquela área. Sua empresa precisa conquistar um posicionamento especifico na mente do consumidor.
Mas você deve estar se perguntando o porquê disso tudo. Por que será que sua empresa deve engajar antes de fazer logo uma oferta?
A resposta é simples.
As pessoas têm medo de errar, elas não querem errar ao realizarem uma compra. Afinal de contas é o dinheiro delas que está em risco. Então, elas irão buscar o máximo de informação e tirar todas as dúvidas antes de comprar a não ser que seja um produto que ela já conheça. E para isso, elas irão buscar quem é a referência naquele assunto.
Elas irão se perguntar qual é a decisão que devem tomar que tenha a menor chance de dar errado. Elas vão para aquilo em que se sentem mais seguras. E a sua empresa deve ser a resposta que passe tranquilidade para essas pessoas.
Essa fase de engajamento permite que sua empresa abra o canal de comunicação para as pessoas comentarem e fazerem perguntas. E elas vão fazer isso.Esse é o momento de conversar, de responder e de tirar as dúvidas e construir sua autoridade.
Essa fase de engajamento é tão importante que a Google deu um nome a ela. Ela é chamada de ZMOT, ou momento zero da verdade.
O Google que é o maior mecanismo de busca do mundo diz que 70% das pessoas dizem ler análises de produtos antes de fazerem uma compra.
Ele compara o ZMOT a uma jovem em seu apartamento, pesquisando na internet detalhes interessantes sobre um novo rapaz antes de um encontro às cegas.
Primeiro acontece um estímulo que desperta nas pessoas o desejo ou a necessidade de comprar algo.
Depois vem o ZMOT que é quando, após esse estímulo, as pessoas vão buscar mais informações sobre o produto ou serviço antes de comprarem.
E só depois de sanarem todas as suas dúvidas elas passam para a fase de compra.




3 - Crie ofertas atraentes

Após fazer com que seu público engaje com sua empresa crie uma oferta irresistível para ele. Mas criar uma oferta não é simplesmente fazer um anúncio de um produto com as especificações técnicas e preço. Uma oferta vai muito além disso. É ela quem diferencia os pequenos e grandes faturamentos.
Lembre-se disso: Oferta é diferente de produto!
A oferta é como você vende o seu produto/serviço. Não é a descrição do produto.
Quando a empresa conhece bem seus potenciais clientes ela cria uma oferta que solucione seus problemas ou realize sonhos. Por exemplo, uma academia não vende aula de spinning, aparelhos de musculação ou um personal trainer. Ela vende beleza, bem-estar e o sonho realizado das mulheres de se sentirem bem e bonitas.
Uma boa oferta vende em massa! Aumente o valor da sua oferta e a sua taxa de vendas será muito maior. Quando digo valor não me refiro a preço, mas sim, ao valor percebido pelo cliente do seu produto/serviço. O cliente tem que perceber que o que você está vendendo tem um valor muito maior do que o preço que ele tem que pagar.


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4 - Invista em fidelização de clientes

Atrair novos clientes é essencial para um negócio poder aumentar as suas vendas. Porém, muitas empresas se esquecem de que fidelizar esses clientes é o que cria uma base para se solidificarem no mercado.
Fidelizar clientes é um trabalho que exige muita dedicação mas é extremamente recompensador. A fidelização de clientes garante o sucesso de qualquer empresa. Isso é o que grandes empreendedores fazem por suas empresas e é o que você deveria fazer pela sua. E esse é o grande diferencial entre uma empresa de sucesso e uma empresa que sobrevive no mercado.
E para fidelizar seus clientes é preciso vender produtos ou prestar serviços de qualidade. 
Uma empresa que conquista seus clientes através de produtos e serviços de qualidade é capaz de gerar valor para a sua marca.
Ter clientes satisfeitos é um fator propulsor para novas negociações com estes mesmos clientes. E quanto mais essas pessoas retornam para comprar e continuam sendo satisfeitas, mais valor sua empresa terá para elas.
Procure satisfazer seus clientes através de um bom atendimento, produtos e serviços de qualidade e um suporte diferenciado que sua empresa irá longe!
Muitos pensam que basta oferecer os preços mais baixos para conquistar os clientes e acabam não se preocupando com a experiência que eles têm com a compra. Claro que tudo vai depender do mercado em que trabalha e do tipo de público que sua empresa quer atingir. Mas mesmo com os preços mais baixos, qualidade e bom atendimento são essenciais.
É isso o que diferencia uma empresa no mercado no final das contas. Quanto mais clientes fiéis uma empresa tiver mais ela vai se destacar das outras que só se importam em vender e nada mais.





Conclusão

Como disse anteriormente, não deixe que a crise determine os seus resultados mas, sim, as suas ações. E essas ações nada mais são do que buscar novas oportunidades e estratégias para o momento atual.

Não coloque a culpa na crise. Busque maneiras de vencer apesar dela.
Deixo com você uma frase que reflete muito bem isso.
“Você toma sua vida em suas próprias mãos e o que acontece? Uma coisa terrível, ninguém para colocar a culpa” – Erica Jong.

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/empreendedorismo/4-estrategias-para-aumentar-as-vendas-e-crescer-mesmo-durante-a-crise/96274/?as

Setor de e-commerce no Brasil deve dobrar até 2017



De acordo com estudo realizado pela Forrester, o Brasil é o mercado mais avançado da América Latina quando se trata de e-commerce, ultrapassando Argentina e México. A expectativa é que as vendas online do varejo alcancem 25 bilhões de dólares em nosso País até 2017, mais do que o dobro dos esperados 12,2 bilhões de 2012, segundo reportagem do The Next Web. Para efeito de comparação, o Brasil, sozinho, representou mais da metade do total da receita do Mercado Livre no primeiro trimestre desse ano, com 83,7 milhões de dólares. A pesquisa destaca o fato de que esse avanço acontece de acordo com a rápida evolução do mercado brasileiro. Enquanto antigamente a maioria dos compradores pertencia à classe média, hoje em dia esse panorama mudou e se expandiu a todas as classes, tornando o e-commerce popular.


Fonte: IDG Now!

Empresários goianos obtêm bons resultados com lojas virtuais

O TV Trabalho desta segunda-feira (6) traz histórias de empreendedores que investiram em lojas virtuais, o chamado e-commerce, e obtém resultados positivos em seus negócios. As redes sociais também são aliadas de quem desenvolve esse tipo de atividade, já que ajuda muito na divulgação dos produtos e do nome do comércio.
A empresária Marianna Pinheiro conta que sonhava em passar em um concurso público. Enquanto estudava, não tinha dinheiro para manter as despesas pessoais e da casa. Nesse período ela engravidou da primeira filha e as dificuldades financeiras ficaram ainda maiores.E foi na luta para comprar roupas mais baratas para a filha que a Mariana teve a ideia de criar um brechó virtual. “Esse tipo de loja incentiva o consumo consciente, com preços mais baixos e produtos em perfeito estado ”, conta.
A empresária explica que tudo é feito pela internet. Ela recebe as fotos da roupa usada, que tem que ser para crianças de até 12 anos. Ela avalia o estado e, se gostar, compra a peça. Depois, revende com um preço acessível no seu bazar online. Segundo ela, a iniciativa está dando certo e ela já consegue um lucro de cerca de R$ 3 mil por mês.
Outro empresário que colhe bons frutos com o e-commerce é Alexandre Rausky, que vende capas personalizadas de celular em uma loja virtual. Segundo ele, o acesso e formas de pagamento são bem fáceis, tudo para aguardar os clientes. “A gente aceita todos os cartões de crédito, transferência online, boleto bancário, enfim, quandto mais a gente facilitar a vida do cliente, melhor. Depois, entregamos pelos Correios”, diz.
Apesar de parecer fácil administrar um negócio virtual, o especialista em mídias digitais Leonardo Diogo Silva diz que é preciso ter muito planejamento para se obter resultados positivos.
“Eu preciso entender que a loja online tem uma estrutura corporativa igual. Então, para abertura, o processo é o mesmo dos comércios tradicionais. Inclusive essa é uma regra do e-commerce, pois é preciso fornecer ao cliente todos os dados da empresa”, ressaltou.
http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/06/empresarios-goianos-obtem-bons-resultados-com-lojas-virtuais.html

Dicas para aumentar as visitas em seu site ou loja virtual

Existem muitas formas de aumentar visitas em seu site/loja.
Tudo começa planejando uma campanha publicitária, trabalho, persistência, disciplina para cumprir o cronograma e paciência. Alguns exemplos:

  1. Um layout bem profissional e funcional na sua loja ou site
  2. Um bom trabalho de SEO (palavras chave)
  3. Um bom produto com preços competitivos
  4. Investir na identidade visual da sua marca (logotipo e banners)
  5. Facebook - Gerenciamento constante de fanpage (interação com seu publico)
  6. Facebook ads (anúncios pagos no facebook)
  7. Google Adwords (anúncio no Google)
  8. Indexação de seu site nos mecanismos de pesquisa
  9. Blogs
  10. Twitter
  11. Instagram
  12. Linked In
  13. Impressos e outros
Manter-se atualizado com novos canais e tecnologias é muito importante para sair na frente, toda visita é importante.

Marketing digital: como investir no futuro do e-commerce

Grande tendência para 2015, o marketing digital se configura hoje em uma das principais áreas de investimento no e-commerce. A ferramenta, aliás, não é mais uma opção para as empresas – ela já se transformou em uma exigência do mercado e quem quer se destacar em meio à concorrência não pode deixar de investir.

Quer ter sucesso em sua LOJA VIRTUAL? Confira algumas dicas para fidelizar seus clientes.

Há diversas maneiras para aumentar as vendas em uma loja virtual e torná-la um empreendimento com retorno garantido. Entretanto, nem todos sabem que as compras virtuais nem sempre acontecem devido a desistência dos consumidores ao chegar na página do carrinho.

Oportunidades de ecommerce nas pequenas cidades

Escolher abrir um negócio na internet é uma decisão mais estratégica do que financeira. No caso das lojas e comércios localizados em pequenas cidades ou municípios do interior esta é uma estratégia ainda mais interessante. Segundo Zia Daniell Wigder, da Forrester Research, palestrante do Congresso Search & Vendas 2014 há sim um grande potencial para o comércio eletrônico nas cidades menores. “A mudança para cidades de porte menor é uma tendência, já que as pessoas dessas cidades não têm acesso à quantidade diferenciada de marcas. Quem foca somente nas grandes cidades pode estar perdendo oportunidades”, diz.

Dicas para você se dar bem com um comércio eletrônico

No último evento E-commerce Brasil, foi lindo ver o fórum de discussão dos varejistas. No início de uma operação de comércio eletrônico, as pessoas são tomadas pelo entusiasmo das inúmeras oportunidades tecnológicas e entram de cabeça, mesmo sem uma definição precisa da sua estratégia.

Consultoria vê Brasil como 4º maior e-commerce em 2016

Londres - Um estudo da consultoria italiana Translated projeta que o mercado brasileiro de vendas online será o quarto maior do mundo em 2016. Segundo o estudo, o mercado nacional vai ultrapassar o tamanho da França, do Reino Unido e da Alemanha ao longo dos próximos anos.